28 junho, 2014

A inveja é um mal que cheira mal.





O que na realidade o
individuo com medo da
sua própria incapacidade,
semeia a hipocrisia
desesperada e consciente,
enquanto o seu
subconsciente sofre.


             Expulsa, expulsa, expulsa! Por que de nada adianta querer se esconder, todo invejado conhece de longe, um invejoso.

            Ah! Meu Pai!... Meu pai! Que difícil tarefa é saber disso. Que coisa desagradável... Saber que o ser humano, meu irmão, feito de carne e osso como qualquer um outro ser humano, venha ser possuidor lá em seu íntimo, de um desejo ardente, impetuoso e cruel a ponto de o tornar frustrado e triste em reconhecer sua própria incapacidade física ou intelectual, diante do status de um outro ser humano. Cheirando mal, a inveja é um mal! Que afeta profundamente o invejoso!...
            Tal como na reação em cadeia onde uma molécula aquece a outra, em se tratando da inveja não é diferente. Com ela vem à ciência de que jamais, o invejoso conseguirá para si um bem alheio alcançado com o sucesso, conseguido, através das virtudes e qualidades, favorável a um outro ser. Perante as posses o que o outro tem e ele não tem (Podendo ser tanto coisas materiais como propriedades inerentes ao ser), bate-lhe: no invejoso, um sentimento acentuado de ausência de competência e satisfação.
             Não concordo com isso! Meu Pai! Vejo diante de mim, um mundo mui grande e embandeirado de tão ricas oportunidades; e de graça para todos nós... E isso são todos os dias! E isso aos milhões!... Porque então um homem se frustrar com o sucesso de um outro homem?... Não seria sadio abrir os olhos?...
Mas a inveja não é de agora, não! Ela vem aí, oh!... Desde os tempos antigos, mais antigos que se possam imaginar. Podendo aqui neste espaço de linhas, ser citado como exemplo, o drama dos irmãos: Abel e Caim.
Até hoje indivíduos disputam entre si: poderes, riquezas e status. Os detentores de tais características nobres são sempre perseguidos pelos fracos, invejosos. Que desejosos daquilo que não tem e nunca teram, vivem a amargarem, amiúde, o sucesso alheio... Na psicologia Sigmund Freud, afirma ser isso: “formação reativa”, um mecanismo de defesa dos fracos contra os mais fortes. O que na realidade o indivíduo com medo da sua própria incapacidade, semea a hipocrisia desesperada e consciente, enquanto o seu subconsciente sofre. Exemplo: Quando um sujeito diz para os colegas: O carro novo do meu irmão caçula não me incomoda nem um pouco.
          Lá no livro de Provérbios 14-30, a Santa Bíblia Sagrada, nos diz assim: “O sentimento sadio é vida para o corpo, mas a inveja é podridão para os ossos”.
              Se o teu irmão é um abençoado, glorifiques a Deus pela vida dele. O Pai que o abençoou é Pai para te abençoar também. Com Deus não tem acepção de pessoas, somos todos, filhos do mesmo Pai. Portanto o abençoador que abençoou lá abençoa cá também. É só pedir! Peça! Aprenda a pedir, e as bênçãos virão. Por que com toda a certeza Ele tem infindáveis bênçãos pra dar. Novamente a Santa Bíblia Sagrada nos diz assim lá no livro de Romanos 8-26: “E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis“.
         Então ta aí, não te amargures nunca mais com o abençoado, próspero, do teu irmão(a), que recebe benção todos os dias. Pois o abençoador que abençoa lá abençoa cá também, e se não souberes pedir, peça sabedoria ao Pai que tudo sabe e tudo vê. Daí em diante se prepare, viu! Porque ricas bênçãos virão. É só expelir esse espírito mal da inveja que te atormenta diariamente vendo a vida próspera de teu semelhante.

              Expulsa, expulsa, expulsa! Por que de nada adianta querer se esconder, todo invejado conhece de longe, um invejoso.

Rs...

Faloouuu!!!...



                                  
                                                                                                                            Ao lado do "Pai"

21 junho, 2014

Aquele que é o Grande Autor.






O que Ele escrevia,
era escrito à tinta.


            E escrevia escrevia escrevia...
            Aquele que é o Grande Autor. 

          Eu vi, eu estava lá, e vi quando Ele chegou. Não veio sozinho, seu Filho estava com Ele e caminhava junto Dele, sempre ao seu lado direito. Do seu lado esquerdo também tinha mais um que lhes acompanhava e todos os presentes lhes davam passagem e lhes prestavam reverências. Eu vi quando Ele arrastou a cadeira e se sentou; e sua mesa era grande, pura madeira e confortável.
         Em seguida lhe deram o grande livro e Ele iniciou a escrita. Escrevia, escrevia e escrevia sem ler o que escrevia; escrevia e não cessava de escrever e não nunca errava o que escrevia. Não perguntava e não tinha dúvidas no que haveria de escrever e, escrevia, escrevia e escrevia... Eu vi! O que Ele escrevia, era escrito à tinta e do grande livro não voltava página alguma, sem dúvidas não errava nunca o que escrevia...
       Quando terminava a página Ele virava a folha do grande livro e continuava a escrever e não parava, escrevia, escrevia e escrevia... E cada folha virada significava um dia e cada dia significava um capítulo na vida de todos nós, ninguém ali o interrompia.  Eu estava lá e gostava muito do que via, de onde  estava, permaneci o tempo todo, sem desviar um minuto se quer, do que via.
Quando findou, mencionei ou melhor, quis mencionar alguma coisa, mas mencionar o que se não tinha direito algum. Se o meu direito seria viver e viver direito já seria direito e, o direito já seria o certo e fazer o certo seria o direito e para ser honesto e sincero eu também permaneci calado sem perguntar coisa alguma, porque qualquer coisa que eu viesse a perguntar já deveria estar escrito e se não estivesse escrito eu não deveria perguntar nada, até porque qualquer pergunta que eu perguntasse não me viria à mente se antes Ele não houvesse escrito...
                   
           Então assim tal como os outros eu também cumpri o meu papel e calado fiquei.
         Mas também mencionar o que? Questionar o que? Com que direito?
           O que cabe a mim e a você é cumprir. Então cumpra, cumpra daí que eu cumpro daqui.

Cumpra aí o que já está escrito, seu pó!...
E assim como está escrito, viu!...
Porque tudo está escrito.
E quero ver, se alguém consegue apagar, somente uma vírgula daquilo que Ele escreveu. Rs.
Porque quem escreveu foi Ele, e somente Ele é: O Todo-Poderoso, o Rei dos reis, o Eterno, o Princípio e o fim... Ah! Ele também é a vida!!! Rs.

Eu vi quando Ele começou e terminou o grande livro.
Eu vi tudinho!

Porque Ele é o meu Pai e eu estava lá!

Rs...

Faloouuu!!!...








                                               
                                                                             Ao lado do “Pai”

14 junho, 2014

Carta de um tio a um sobrinho.


Carta de um
tio ao sobrinho.
Enviada num retiro
Espiritual de quatro dias.


            Olá! Meu sobrinho, tudo bem?
            Eu sou o seu tio, Beto-Cida. Lembra?

            Quero lhe contar um conto. Posso?

             Pensa num jovem rico, pensa... Mas muito mais rico do que você pensou, pensa... Agora vê se você consegue somar e multiplicar toda essa riqueza, imaginada em sua mente por um número infinitamente grande e incontável. Consegue? Se você conseguir faça tudo de novo. Vá somando e multiplicando, somando e multiplicando, somando e multiplicando por números infinitamente, infinitos e mais e mais e mais... Rs...
             Esse jovem possui uma riqueza incalculável, não é mesmo? Percebe que matematicamente falando, trata-se de uma fortuna que não se conta, uma fortuna incontável, Inimaginável; Percebe?...

Agora quero levar você a notar que coração bom tem esse jovem rico.
Observe: 


               Num determinado dia através de um sacrifício sofrido por ele mesmo (Morte numa cruz), deixou tudo para trás, nos resgatou e nos fez seus irmãos; conseqüentemente também nos fez herdeiro de tudo o que antes era somente dele...
               Ta entendendo?
               Quanto amor não é mesmo...?

              Então meu sobrinho, nestes dias em que você estiver por aí, dedique a Ele, pense Nele, fale com Ele. Ele te ouvirá!
               Você sabe, né?

            Depois quando tudo isso aí terminar e você voltar, se lembrarás. E saberás que todos esses dias já se passaram, como tudo passa e que foram bons, e que valeu à pena...

Rs...

Faloouuu!!!...







                                                                                                                              Ao lado do "Pai"