18 janeiro, 2014

Num dia de grande temporal.










         
          Oras! De quantos males Ele já nos livrou? Tantos... Você nem sabe...

         Num dia de grande temporal, meu pai teve medo de viajar de avião. Orou a Deus, e abriu sua bíblia buscando a palavra. 
         Vejam só, onde saiu:
      Ele lhes respondeu: Por que temeis, homens de pouca fé? Então, levantando-se repreendeu os ventos e o mar, e seguiu-se grande bonança.
Mateus 8: 26.
           O medo e as dúvidas se dissiparam... Embarcou rumo à sua cidade, fazendo um tranqüilo voo.

Rs.

Faloouu!!!







                                                                                            Ao lado do "Pai"

12 janeiro, 2014

Tudo é o “Todo”, o propósito e a causa.

 



Sou muito
mais da escrita que
da fala, então escrevo.


                    ”Nele, digo, em quem também fomos feitos herança, havendo sido predestinados, conforme o propósito daquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade”.
  
                   Olha o que me levou a escrever o que faço agora, são os assuntos alheios, desatados, interessantes e inacabados; Que no melhor dos comentários temos que partir sem dar fim naquilo que sem dúvida nenhuma daria uma boa prosa. Olha que são tantos, basta sair por aí.
                   Outro dia ouvi alguém dizer que todo escritor é muito observador e solitário. Digamos que a minha vontade foi de invocar o interlocutor, e perguntar-lhe: Hei, hei, hei, hei! Quem concluiu tudo isso? A informação que lhe passaram é equivocada! Você pode estar mal informado... Mas enfim calei-me, há controvérsia, mas concordo, em partes.
                   Enquanto o povo caminha lá embaixo, eu me tranco sozinho no meu apartamento e passo a escrever minhas idéias; a noite vira dia, o dia vira noite e assim vai... Uma única palavra pode se tornar uma fonte, uma inspiração e, aí tudo é inspiração: um quadro, um gesto, uma fotografia, um espelho, o tempo, o sol a chuva... O que seria do escritor sem o senso? Todo autor se vale desse recurso: disponível, recorrente, solto no ar. Fadigo, sim, quero companhia, mas digo para mim mesmo: estou quase acabando, mais um pouquinho e, eu termino. Dou continuidade e estanco a entrada para os intrusos. Depois da obra pronta, lá se vai, atraindo milhares de seguidores, diariamente.
As pessoas dizem o que querem, afirmam o que supõe, tem a língua solta e rasgam o verbo. Coitado do próximo, que estiver próximo, ouvirá o que não pediu. Às vezes chego a examinar: se deveria existir uma lei, em que fosse terminantemente proibido, a conversação em coletivos. Veja o absurdo de outro dia, onde tiveram a astúcia de comentarem que quem faz muitas amizades, as fazem para no dia do velório o seu corpo não passar sozinho. Rs. Meu pai! Que comparação mais esdrúxula. Claro! Sem dúvida nenhuma, nem todos os comentários são tolos, e ruins assim, naturalmente existem aqueles que fazem sentidos, caindo bem aos nossos ouvidos, desejando ouvi-los mais...
                   Enquanto uns vão, outros vem e a humanidade segue caminhando dessa maneira; Eu, cá comigo mesmo, excêntrico que sou, observo e sou observado. Sendo mais do escrever que da fala trago comigo as minhas mesmices dúvidas como qualquer outro ser adulto, inocente, a procura do oculto, que já não acredita mais no poder da auto-afirmação; Se lá no livro dos livros (Efésios, 1 - 11), encontra-se registrado que: ”Nele, digo, em quem também fomos feitos herança, havendo sido predestinados, conforme o propósito daquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade”. Rs... E aí?
                    Ora! Também sou do tipo que acredito, afirmo e assino em baixo, não haveria propósito sem a causa, onde tudo é um todo. Basta calcular se num simples controle-remoto de um aparelho de televisão, haveria uma tecla sem função.
                    Tenho vontade de gritar e não grito, como já disse sou muito mais da escrita que da fala, então escrevo. Quem sabe? Queira Deus, que os meus escritos soem mais alto que um poderoso grito.
                    Se quiser acreditar, acredite. Estamos aqui por um motivo justo, se não, não haveria o porquê, pense...

Acredite... Tudo é o “Todo”, o propósito e a causa.

Rs.

Faloouuu!!!







                                                                                           Ao lado do “Pai”

03 janeiro, 2014

Eu e o meu Anjo da guarda.

  









Sou teu Anjo da guarda!...
Sou um enviado de Deus!

 

                   Às vezes aparece discreto reservado sem palavras

                  Sentado e aproveitando para pagar uma bebida que havia acabado de pedir sem ainda provar, dei-lhe as costas e fiz a seguinte pergunta: De onde vens? Antes mesmo que Ele me respondesse senti-me como o Deus, citado na Bíblia no livro de Jó: Cap. 01 – Vers. 07. ... Nossa amizade não é assim tão forte a ponto de eu poder inquiri-lo; mas fui ousado! Então após a minha indagação não tive coragem de olhar direto em teus olhos, mas de soslaio observei que me olhava a julgar-me de tal modo: Oras bolas! Que atrevimento seria esse agora, querer saber de onde venho?... Se pra ninguém devo contas a não ser para Ele que sendo o Altíssimo tudo vê, tudo sabe e tudo domina... Então permaneci sentado, calado e na minha, a bebericar o meu refrigerante gelado aguardando meio incerto o desfecho de qual seria aquela resposta.
                  O seu surgimento sempre se dá, não se importando nunca: nem com o dia, nem com a hora, nem com o lugar. Às vezes aparece discreto reservado sem palavras; fica por uns instantes não diz nada e depois vai embora. Nessas ocasiões, tenho-o por feliz, grato pela coragem de um ato meu praticado, realizado no percurso de minhas funções; ou no decurso de um dia já de noite, quando cansado satisfeito do melhor cumprido ponho as minhas finas e cumpridas pernas pro alto a descansar nas velhas predileta sujas almofadas, fazendo assim um ponto mais alto em minha cama.
Outras vezes aparece incubado de ira em seu sistema nervoso e a gente briga. Não aceitando o que recentemente eu acabara de fazer, vem discordar, e discorda. Reclama, diz que tem vontade de me deixar para todo o sempre. Questiona-me! Pergunta por que eu não o consultei antes? Bate o pé! Soca as paredes, alerta-me que já me ensinou tanto e eu ainda não aprendi nada. Chora diz que tem coração, e sofre. Aproxima-se me encara e num bafo quente misto de insatisfação com piedade e misericórdia, perdoa-me. Quando fica uns dias sem aparecer, tenho saudades, me preocupo. Não quero o abandono, sugiro sua volta, digo que estou aprendendo, já erro menos... Então Ele alado me aparece me esnoba revela que por si só não viria mais; mas enfim cumpri ordens superiores. Se esquece de minhas qualidades veja só os meus defeitos, expõem, aponta, enumera e aí eu vejo e me parece que são tantos... E são!...
                 Nunca questionei sua ida, nunca me senti completamente só, sempre soube de sua presença por perto de mim, nas redondezas a me cercar... Sou protegido vinte e quatro horas por dia, nunca ando sozinho, sei disso, e dou maior valor.
                  Quando surgiu pela primeira vez: O seu aparecimento se deu lá em cima, rompendo, altivo através das cândidas nuvens... Era angelical! Eu vi como nunca imaginei poder ver! Ele veio! Veio voando, e o seu vôo era um vôo livre, jovial, luminoso, mui belo. Daqui de baixo eu assistia a tudo; abundantemente ansioso, eu o aguardava na sua chegada. E Ele não demorou, pousou suavemente bonito. Corri ao seu encontro, num possante anseio ponderado em poder saudá-lo.
                  Seu rosto era admirável! Ele me sorrindo; se apresentou para mim: Sou seu Anjo da guarda! Como se não soubesse, quis saber como eu estava...
                   Gabriel, Miguel, Rafael? Nunca soube o seu nome. Chamo-o meu Anjo da guarda. Sua simpatia, amizade, seu afetuoso olhar amigo, foi me passando aos poucos, à tranqüilidade, o conforto e a segurança necessária; que daquela hora em diante, eu tanto necessitava... Brincou comigo. Batendo a poeira das asas, disse-me: Vim a caráter! Fiz um vôo calmo, fui prudente, desci mais cedo e mesmo assim devo lavá-las ainda hoje. Rs...
                    Agora Ele estava ali, visível do meu lado. Calado como eu estava assim permaneci, e foi Ele que rompendo o silêncio, deu resposta a minha pergunta.
                    Como me perguntas de onde venho? Sabes muito bem disso! Venho eu de tanto andar por aí, pra lá e pra cá sem nunca parar de me preocupar contigo. To em todos os lugares por onde você está, portanto venho de onde você vem! Sou aquele que te guarda de dia e de noite e onde quer que você vá, ali, também estarei eu contigo! Sou teu Anjo!... Sou um enviado de Deus! Assim me preocupo, mas com você de que comigo próprio. Quando dormes me preocupo com o teu sono, quando andas me preocupo com os teus caminhos, Quando tu comes me preocupo com a tua comida... Sou um Anjo! Sou teu amigo, sou um enviado de Deus. Lembras do teu passeio do domingo passado? Pois bem no teu retorno naquela sinuosa estrada chovendo de noite; eu fui o teu farol! E você nem sabe, né?... Mal me agradece!...
                   Ali sentado calado ao seu lado eu permaneci por mais um bom tempo, até quando Ele se foi, mas sei que está sempre perto, ouço o agito de suas asas!... Rs.

               Por estarmos sempre perto um do outro, então de vez em quando a gente se encontra.

Rs.

Faloouuu!!!



                                                                                           
                                                                                            Ao lado do "Pai"