23 dezembro, 2014

Levaram presentes ao Filho do "Pai"



Entrando na casa,
viram o menino com Maria sua mãe.

Levaram presentes ao Filho do "Pai"  Ouro, incenso e mirra.

                Tendo Jesus nascido em Belém da Judéia, em dias do reinado do rei Herodes “O grande”, eis que vieram uns magos do oriente a Jerusalém. E perguntaram: Onde está o menino, recém nascido Rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no oriente, e viemos até aqui para adorá-lo.
               E tendo ouvido isso, alarmo-se o rei Herodes e, com ele, toda a Jerusalém; Então convocando todos os principais sacerdotes e escribas do povo, indagava deles onde o Cristo deveria nascer? Em Belém da Judéia, responderam ele, porque assim está escrito por intermédio do profeta: E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as principais de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo, Israel.
               Com isto o rei Herodes, tendo chamado secretamente os magos, inquiriu deles com precisão quando ao tempo em que a estrela aparecera. E, enviando-os a Belém, disse-lhes ide informar-vos cuidadosamente a respeito desse menino; e, quando o tiverdes encontrado, avisai-me, para que eu também vá e adore.
               Depois de ouvirem o rei, partiram; e eis que a estrela que viram no Oriente os precedia, até que, chegando, parou sobre onde estava o menino. E vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo. Entrando na casa, viram o menino com Maria sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra.
               E sendo avisados em sonhos para que não voltassem para junto de Herodes, se desviaram partindo então por outro caminho.


Bíblia Sagrada:
Mateus 2:1-12.


                                                                                      
                                                                          
                                                                                                             Ao lado do "Pai"

12 dezembro, 2014

A impulsionabilidade falsa motora da vida. Rs...






Se comprar estaria
agindo pelo impulso?


             O que eu mais quero neste momento é poder comprar.
   
        Há dias que venho relutando comigo mesmo, eis aí um grande impasse: compro ou não compro? A questão é puramente básica e simples, comprar ou não comprar aquilo que pode muito bem esperar por mais uns dias; hem? Se compro, estaria comprando o supérfluo? Se comprar estaria agindo pelo impulso? Isso me atormenta, e eu não quero ceder. Dívidas? To até o pescoço, então penso: O que seria mais um mergulho pra quem já está molhado? Condições financeiras pra isso eu tenho, se não tenho o dinheiro vivo em espécime na moeda corrente do meu país, ao menos então tenho crédito. Rs. Posso muito bem me dirigir a qualquer um estabelecimento comercial mais próximo de minha residência, entrar e pedir aquilo que eu quero. Pago através de um longo financiamento, ou então com um dos meus setes cartões de créditos. Rs... Mando tudo pra próxima fatura!... E daí? A forma de pagamento não me importa agora... O que eu mais quero neste momento é poder comprar. Depois eu me viro, dou um jeito quando a conta chegar. Coisa boa é poder fazer isso, e maravilha!... Quantas coisas eu já comprei desse modo, e nem usei e nem sei... Misericórdia, Senhor!... Só Jesus na minha vida. Rs.
         Mas é exatamente aí que vem o x da questão: há meses que eu venho me olhando, me regulando, me ajuizando. Agora to gastando menos. E quando compro, compro somente aquilo que já não pode mais esperar; negocio o valor e pago a vista. Conseqüentemente o resultado disso tem sido surpreendente, bom mesmo. Observei para o meu próprio bem que o meu salário, que não é lá muito estas coisas (Mal dando para chegar ao final do mês), agora ta aparecendo melhor, to conseguindo acertar as contas vencidas e noto que vem sobrando até alguns trocadinhos. E isso é muito interessante e muito recompensador, digno dos meus esforços! Rs...
Mas a impulsionabilidade falsa motora da vida, não dá mole, não. Ela não quer perder. Veja que outro dia à tarde, de uma saída rápida que dei até o centro comercial do meu bairro, de uma hora pra outra me peguei dentro de uma loja, e dentro de um provador, diante de um espelho me olhando de cima a baixo, e todo faceiro verificando se uma calça preta serviria em mim... Quase comprei aquilo de que não necessitava. Nem sei como sai de lá, mas me lembrei a tempo do meu jejum salvador e pude fugir apressadamente ileso dobrando a primeira esquina sem nem olhar para trás.
          Vejam vocês, que agindo de modo despercebido e despreparado já cheguei a comprar e levar para minha casa coisas sem nenhuma utilidade, e repetida.
         O impulso faz assim, ele domina! E o dominado nem percebe suas artimanhas manhosas, e controladoras. Age sempre de modo calculista, atraente, bonito e risonho; com seus falsos elogios zombeteiros de volte sempre, que no fundo mesmo, só vale para nos endividar.
         Agora ponho um basta nesta história toda, chega! Cansei de ser um dominado! Não quero mais isso pra mim, o impulso comigo não tem mais vez. Conheço bem sua aproximação, ouço os seus passos, to atento. De dominado passo a dominador, agora dou as cartas, sou mais eu... O supérfluo não fará mais parte do meu cotidiano. Xô! Xô! Impulsionabilidade falsa motora da vida, a mim você não engana mais. Xôôô!!!

         Hum!... Neste momento passou-me uma vontadezinha gostosa de ir ao shopping gastar um dinheiro...
           Mais sou forte e não vou!

Rs.

Faloouuu!!!





                                                                                             
                                                                
                                                                                                             Ao lado do "Pai"

26 outubro, 2014

A emoção é uma abençoada virtude.







Quando penso em Ti,
meus pensamentos voam.


            Contigo não é assim, por que quando Tu perdoas, aí estás perdoado; quando Tu saras, aí estás sarado.

           A “Emoção”, uma abençoada virtude. Que somente Tu não faz o uso em Ti, eu sei...  Glorificado sejas Tu meu Deus! Que nos teus dias, lá! Atarefado em meios, a tantas muitas importantes criações, com muita sabedoria e perspicácia não viestes a esquecer de mais esta tão nobre criação, e embuti-la na sã consciência, e vida, deste ser vivo e mortal: homem e mulher. Este estado de perturbação ou variação do espírito advinda de situações diversas, e que se manifesta como alegria, tristeza, raiva, abalo moral; comoção e outros...
            Já se foram tantas, que no afã do encontro, do prazer, da satisfação em agradar e viver, admito ser facilmente dominado; que bom ser despertado por este sentimento de estado de ânimo, que bom é viver!... E viver a vida que vivo isso me emociona muito...
            Falar em Ti então... Quando lhe conheci, não imaginava o quão grande és então li busquei conhece-lo e vi, e hoje enxergo o quanto és longânimo em perdoar, em abençoar... Poderoso Tu és em criação. Tu és aquele que planta e arranca o que está de velho plantado. És aquele que põe um pano numa velha situação e pronto, tudo se faz novo e não se fala mais nisso, dando uma nova cara aquele que já não mais tinha cara. Tu és o novo!...
Porque quando se põe um pano numa determinada situação qualquer, põe se um pano com a intenção de se encobrir algo, assim como: indesejado, inadequado ou inoportuno. Mas isso não quer dizer que sendo encoberto o algo não esteja mais lá. Rs. Continua lá sim, e quem encobriu sabe muito bem que debaixo daquele pano tem alguma coisa... Rs. Podendo até ser inquirido, se assim lhe convier; pro encobridor é obvio; mas, mais além... A coisa, o algo ou alguma coisa que um dia foi encoberta: e largada por debaixo dos panos, nota-se, mesmo que a olho nu não se possa ver. Mas se fizermos o uso de um indicado, adequado instrumento para aquela sinuosa, obscura situação, aí então se verá: como uma saliência... Assim: tal como e quando se cola um estimado objeto, caro. Mesmo que a substância aderente usada, seja por demais exata e fina, seus vestígios não sumiram totalmente. Se colocada minuciosamente, a teste; ali, encontrarás sua presença.
             Más contigo não é assim, por que quando Tu perdoas, aí estás perdoado; quando Tu saras, aí estás sarado. Portanto quando Tu pões um pano, ali debaixo não existe mais nada sujo, tudo se refaz, e o velho vira novo e não se fala mais nisso. Assim fizeste comigo, assim fizeste com tantos outros!...
              E quando eu pensava que para mim não haveria mais jeito, foi aí que Lhe conheci, e daí me fizeste uma nova criatura. Como sou grato a Ti, meu Deus!...

              Quando penso em Ti, meus pensamentos voam, e eu os soltos, e eles voam, e voltam, e eu os soltos, e eles voam e vem e eu gosto... Rs...

Faloouuu!!!








                                                                                                                Ao lado do "Pai"

07 setembro, 2014

Teria Ele se esquecido do que fez?





Quem os criou?
Será que os criou, e os largou?...


                 Tudo! Todas as coisas estão no seu alcance, e delas Ele jamais se esqueceu. De coisa alguma Ele jamais se esquecerá...

                 Tenho uma pergunta para lhe fazer, não sei se posso? Mas não é assim uma pergunta por eu saber, ou pensar que sei mais do que você sabe; não!... Não é nada disso! A pergunta veio assim de um pensamento, num modo espontâneo, pela curiosidade, na vontade de compartilhar, de refletir juntos, na troca de idéias, de conhecer e fazer conhecer. Afinal de contas, estamos aprendendo, não é mesmo? E enquanto estivermos vivos, estaremos: aprendendo, aprendendo, aprendendo e aprendendo; neste mundo vasto de ilimitados mundos invisíveis.
                 O pensamento não tem culpa alguma, no que me levou a pensar; poderia tanto pensar ou não pensar, assim como falar ou não falar, olhar ou não olhar. Eu sim devo ser o senhor dos meus atos. Atento, tenho a suma obrigação de assumir o controle e controlar os meus fluentes efervescentes pensamentos férteis. Coisa difícil pros fracos!
                  Vamos por parte:
                  1- Posso deixar que os meus pensamentos venham.
                  2- A partir daí, refino-os.
                  Não seria esse o caso de agora, pois o pensamento que pensei, pensei e deixei que os fruíssem, por que gostei.
                  O grande caso é o seguinte: Você com toda a certeza do mundo, andando por aí, já se deparou com um outro ser vivo, vivente, pequeno, pequenino. “Insignificante”. Que se estende horizontalmente sobre o solo, procumbente, rastejando também por aí... E nem deu bolas pra ele. Não é mesmo?... Ignorou! Pisou, e o matou! Não doeu nada. Ele nem viu, nem sentiu!... Era só mais um bicho!...
Você já pensou em quem os criou? Ou seria um ser à-toa, sem préstimo; inútil, sem dono. Vindo do nada, indo para lugar nenhum?... Pense: Já prestaste atenção numa: Quilópode? Há! Com toda a certeza já, sim! Trata-se: Daquele bicho longo, achatado, segmentado, antenado, terrestre. Lembra? E sua formação biológica, hem? Como respira, como se alimenta, como se reproduz no que pensa, se é que pensa né? E sua família? Será que possui sentimentos?...
                  Quem os criou? Será que os criou, e os largou?...
                  Seria então Ele, alguém que fez e se esqueceu do seu feito? Não acredito, nisso! Tudo! Todas as coisas estão no seu alcance, e delas Ele jamais se esqueceu. De coisa alguma Ele jamais se esquecerá, viu!
                  A Bíblia Sagrada é um manual valiosíssimo, nela devemos-nos orientar, diariamente. Sem medo de ser feliz!
                  Veja você o que ela nos diz lá no livro de João, Capítulo um e versículo três: “Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez”. Rs... Nada do que foi feito se fez sem Ele. Rs...
                   Então hoje eu lhe apresento o criador e mantenedor de todos os feitos.
                   Veja quem Ele é: o Altíssimo, o Senhor dos senhores, o Alfa e o Ômega, o Rei dos reis, o Príncipe da paz, o Ontem e o Hoje, o Deus conosco, o Emanuel, o Todo Poderoso, o General dos generais, o Deus de Israel, o Santo dos santos, o Sol da justiça, a Rosa de Saron, o Lírio dos vales, o Maravilhoso, o Deus das nações, o Princípio e o Fim, o Onipotente, o Infalível, o Justo Juiz, o Deus, a Vida, Aquele que para sempre será...
                 
                   Minha nossa! Suas qualidades são infindas. Quem seria eu, no meu vão conhecimento, para conceituá-lo?... Rendo-me todos os dias. Sua magnificência me fascina. Maravilhoso é lhe conhecer!... Quanta honra! Quanta honra! Saber que de mim nunca se esquece...

Rs.

Faloouuu!!!

P. S.
Bíblia Sagrada.
João: 10 - 30.

                                                                                                                                                   Ao lado do "Pai"

13 julho, 2014

Falando de um amigo.


A coincidência; 
Hei! Hei!
A coincidência,
ela existe, por um
acaso da natureza,
ou seria aí, tudinho
uma alta providência
de calibragem divina?...

               Falar do meu amigo Santo não é assim tão fácil pra mim; mas eu falo!

             Conheci o Santo numa festa comemorativa de um final de ano; A casa era de um outro amigo nosso, e estava lotada com muita gente conhecida e outros tantos desconhecidos que por volta e meia à gente se esbarrava, pedindo logo em seguida as nossas desculpas. E foi assim que tudo aconteceu: no meio desse vai e vem de pessoas se trombando aqui e ali, num determinado momento trombei com o Santo e dali por diante nasceu uma baita de uma amizade sincera e verdadeira que durou aí, por mais de vinte anos.
           No decorrer de todo esse tempo sempre que estávamos juntos eu gostava de ouvir os seus casos que ele sempre gostava de contar. Lembro muito bem do seu jeito peculiar de como sempre iniciava suas histórias: - Nos idos... Escute aí seu menino. Rs... Que agora eu tenho um caso bom pra lhe contar. 
               E aí ele contava e eu ouvia, e participava e volta e meia, aqui e ali eu interpolava com minhas perguntas impertinentes; ora cabível ora não. E estar ao seu lado era bom demais; era fascinante, contagiante e encantador. Ouvir os seus contos então... Nem te conto!... Rs... Era sempre um deleite.
               Até hoje me lembro de como o Santo sempre foi importante para todos nós; e continuará sendo. Gosto de um dos seus bordões, quando ele dizia assim: Importe-se em ser importante para alguém, porque o desimportante já perdeu o interesse e ninguém se importa mais. Rs. Também me lembro dele de pé no canto de sua casa comendo feijão com farinha amassado na mão; fazendo um comentário: 
- Desde os meus nove anos de idade seu menino, que eu já era assim; oh! Corpulento, alto, bonito e forte; bem alimentado com leite de cabra e cuscuz de milho. Rs... Também já era chegado numa carne de sol. Viu! Rs... Hum!... Com pimenta! Malagueta, visi! Até hoje! Vixi...! Que coisa danada de boa!. Chega me dá água na boca. Vixi!... Quantas saudades de minha terra natal, seu menino... Comer feijão com farinha, amassado na palma da mão... Vixi.

                Esse era o Santo, o Santo era assim. Atentem para mais um fato ocorrido numa tarde de sábado ensolarado quando estávamos todos em casa, e exaustos. Também pudera o dia havia sido por deveras recreativo demais para nós. Então, próximo ao cair da tarde entramos, eu e ele na varanda de sua casa, ele no seu canto bem-amado, e eu, a me sentar numa cadeira ao seu lado. Quando subitamente fomos testemunhas de uma cena incrivelmente precisa no seu acontecer... Mas que aconteceu! No vôo livre de dois pássaros (Beija flor), os dois vieram a se chocarem em pleno ar, voando... Então ele, virando-se em minha direção perguntou: - A coincidência; Hei! Hei! A coincidência, ela existe, por um acaso da natureza, ou seria aí, tudinho uma alta providência de calibragem divina...? Tentei proferir alguma coisa, mas como de costume ele não deu brecha e prosseguiu. Eu lhe fiz uma pergunta. Me responda, seu menino; se isso for do seu alcance é claro... Pois eu nos altos de minha idade, até hoje; até hoje, não encontrei resposta para tal pergunta; que vagueia aqui, dentro de minha pobre cabeça, humana. Rs. A coincidência ela existe por um acaso da natureza, ou seria aí, apenas uma alta calibragem divina, neste mundo já tão descalibrado? Pare e pense comigo aí seu menino.
                E para justificar sua pergunta; após esperar, eu me ajustar na cadeira em que estava sentado, ele continuou. Sabe o que eu penso quando por um acaso inesperado da natureza venha acontecer uma inesperada coincidência? Eu penso seu menino, que até aqui, parece que ninguém pensou o que eu penso... Eu penso que: A coincidência é o acaso inesperado na natureza; quando a mão salvadora de Deus, para evitar um mal maior; calibra este mundão descalibrado. Rs.

Esse era o Santo, o Santo era assim!
Meu amigão!

Rs...

Faloouuu!!!...


                                                              Ao lado do "Pai"

28 junho, 2014

A inveja é um mal que cheira mal.





O que na realidade o
individuo com medo da
sua própria incapacidade,
semeia a hipocrisia
desesperada e consciente,
enquanto o seu
subconsciente sofre.


             Expulsa, expulsa, expulsa! Por que de nada adianta querer se esconder, todo invejado conhece de longe, um invejoso.

            Ah! Meu Pai!... Meu pai! Que difícil tarefa é saber disso. Que coisa desagradável... Saber que o ser humano, meu irmão, feito de carne e osso como qualquer um outro ser humano, venha ser possuidor lá em seu íntimo, de um desejo ardente, impetuoso e cruel a ponto de o tornar frustrado e triste em reconhecer sua própria incapacidade física ou intelectual, diante do status de um outro ser humano. Cheirando mal, a inveja é um mal! Que afeta profundamente o invejoso!...
            Tal como na reação em cadeia onde uma molécula aquece a outra, em se tratando da inveja não é diferente. Com ela vem à ciência de que jamais, o invejoso conseguirá para si um bem alheio alcançado com o sucesso, conseguido, através das virtudes e qualidades, favorável a um outro ser. Perante as posses o que o outro tem e ele não tem (Podendo ser tanto coisas materiais como propriedades inerentes ao ser), bate-lhe: no invejoso, um sentimento acentuado de ausência de competência e satisfação.
             Não concordo com isso! Meu Pai! Vejo diante de mim, um mundo mui grande e embandeirado de tão ricas oportunidades; e de graça para todos nós... E isso são todos os dias! E isso aos milhões!... Porque então um homem se frustrar com o sucesso de um outro homem?... Não seria sadio abrir os olhos?...
Mas a inveja não é de agora, não! Ela vem aí, oh!... Desde os tempos antigos, mais antigos que se possam imaginar. Podendo aqui neste espaço de linhas, ser citado como exemplo, o drama dos irmãos: Abel e Caim.
Até hoje indivíduos disputam entre si: poderes, riquezas e status. Os detentores de tais características nobres são sempre perseguidos pelos fracos, invejosos. Que desejosos daquilo que não tem e nunca teram, vivem a amargarem, amiúde, o sucesso alheio... Na psicologia Sigmund Freud, afirma ser isso: “formação reativa”, um mecanismo de defesa dos fracos contra os mais fortes. O que na realidade o indivíduo com medo da sua própria incapacidade, semea a hipocrisia desesperada e consciente, enquanto o seu subconsciente sofre. Exemplo: Quando um sujeito diz para os colegas: O carro novo do meu irmão caçula não me incomoda nem um pouco.
          Lá no livro de Provérbios 14-30, a Santa Bíblia Sagrada, nos diz assim: “O sentimento sadio é vida para o corpo, mas a inveja é podridão para os ossos”.
              Se o teu irmão é um abençoado, glorifiques a Deus pela vida dele. O Pai que o abençoou é Pai para te abençoar também. Com Deus não tem acepção de pessoas, somos todos, filhos do mesmo Pai. Portanto o abençoador que abençoou lá abençoa cá também. É só pedir! Peça! Aprenda a pedir, e as bênçãos virão. Por que com toda a certeza Ele tem infindáveis bênçãos pra dar. Novamente a Santa Bíblia Sagrada nos diz assim lá no livro de Romanos 8-26: “E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis“.
         Então ta aí, não te amargures nunca mais com o abençoado, próspero, do teu irmão(a), que recebe benção todos os dias. Pois o abençoador que abençoa lá abençoa cá também, e se não souberes pedir, peça sabedoria ao Pai que tudo sabe e tudo vê. Daí em diante se prepare, viu! Porque ricas bênçãos virão. É só expelir esse espírito mal da inveja que te atormenta diariamente vendo a vida próspera de teu semelhante.

              Expulsa, expulsa, expulsa! Por que de nada adianta querer se esconder, todo invejado conhece de longe, um invejoso.

Rs...

Faloouuu!!!...



                                  
                                                                                                                            Ao lado do "Pai"

21 junho, 2014

Aquele que é o Grande Autor.






O que Ele escrevia,
era escrito à tinta.


            E escrevia escrevia escrevia...
            Aquele que é o Grande Autor. 

          Eu vi, eu estava lá, e vi quando Ele chegou. Não veio sozinho, seu Filho estava com Ele e caminhava junto Dele, sempre ao seu lado direito. Do seu lado esquerdo também tinha mais um que lhes acompanhava e todos os presentes lhes davam passagem e lhes prestavam reverências. Eu vi quando Ele arrastou a cadeira e se sentou; e sua mesa era grande, pura madeira e confortável.
         Em seguida lhe deram o grande livro e Ele iniciou a escrita. Escrevia, escrevia e escrevia sem ler o que escrevia; escrevia e não cessava de escrever e não nunca errava o que escrevia. Não perguntava e não tinha dúvidas no que haveria de escrever e, escrevia, escrevia e escrevia... Eu vi! O que Ele escrevia, era escrito à tinta e do grande livro não voltava página alguma, sem dúvidas não errava nunca o que escrevia...
       Quando terminava a página Ele virava a folha do grande livro e continuava a escrever e não parava, escrevia, escrevia e escrevia... E cada folha virada significava um dia e cada dia significava um capítulo na vida de todos nós, ninguém ali o interrompia.  Eu estava lá e gostava muito do que via, de onde  estava, permaneci o tempo todo, sem desviar um minuto se quer, do que via.
Quando findou, mencionei ou melhor, quis mencionar alguma coisa, mas mencionar o que se não tinha direito algum. Se o meu direito seria viver e viver direito já seria direito e, o direito já seria o certo e fazer o certo seria o direito e para ser honesto e sincero eu também permaneci calado sem perguntar coisa alguma, porque qualquer coisa que eu viesse a perguntar já deveria estar escrito e se não estivesse escrito eu não deveria perguntar nada, até porque qualquer pergunta que eu perguntasse não me viria à mente se antes Ele não houvesse escrito...
                   
           Então assim tal como os outros eu também cumpri o meu papel e calado fiquei.
         Mas também mencionar o que? Questionar o que? Com que direito?
           O que cabe a mim e a você é cumprir. Então cumpra, cumpra daí que eu cumpro daqui.

Cumpra aí o que já está escrito, seu pó!...
E assim como está escrito, viu!...
Porque tudo está escrito.
E quero ver, se alguém consegue apagar, somente uma vírgula daquilo que Ele escreveu. Rs.
Porque quem escreveu foi Ele, e somente Ele é: O Todo-Poderoso, o Rei dos reis, o Eterno, o Princípio e o fim... Ah! Ele também é a vida!!! Rs.

Eu vi quando Ele começou e terminou o grande livro.
Eu vi tudinho!

Porque Ele é o meu Pai e eu estava lá!

Rs...

Faloouuu!!!...








                                               
                                                                             Ao lado do “Pai”

14 junho, 2014

Carta de um tio a um sobrinho.


Carta de um
tio ao sobrinho.
Enviada num retiro
Espiritual de quatro dias.


            Olá! Meu sobrinho, tudo bem?
            Eu sou o seu tio, Beto-Cida. Lembra?

            Quero lhe contar um conto. Posso?

             Pensa num jovem rico, pensa... Mas muito mais rico do que você pensou, pensa... Agora vê se você consegue somar e multiplicar toda essa riqueza, imaginada em sua mente por um número infinitamente grande e incontável. Consegue? Se você conseguir faça tudo de novo. Vá somando e multiplicando, somando e multiplicando, somando e multiplicando por números infinitamente, infinitos e mais e mais e mais... Rs...
             Esse jovem possui uma riqueza incalculável, não é mesmo? Percebe que matematicamente falando, trata-se de uma fortuna que não se conta, uma fortuna incontável, Inimaginável; Percebe?...

Agora quero levar você a notar que coração bom tem esse jovem rico.
Observe: 


               Num determinado dia através de um sacrifício sofrido por ele mesmo (Morte numa cruz), deixou tudo para trás, nos resgatou e nos fez seus irmãos; conseqüentemente também nos fez herdeiro de tudo o que antes era somente dele...
               Ta entendendo?
               Quanto amor não é mesmo...?

              Então meu sobrinho, nestes dias em que você estiver por aí, dedique a Ele, pense Nele, fale com Ele. Ele te ouvirá!
               Você sabe, né?

            Depois quando tudo isso aí terminar e você voltar, se lembrarás. E saberás que todos esses dias já se passaram, como tudo passa e que foram bons, e que valeu à pena...

Rs...

Faloouuu!!!...







                                                                                                                              Ao lado do "Pai"

29 maio, 2014

“O bem educado” me disse que andam blasfemando por aí.







Feliz é o homem, 
feliz é a nação cujo
Deus é o senhor!


             Que absurdo meu Pai. Rogo vos, pela sua infinita misericórdia, mais uma vez tenha compaixão, ainda são ignorantes. O tempo passou e não aprenderam nada, até hoje, continuam a desconhecerem o que falam.

No meu bairro. Assim, como também em outros tantos; existe um andarilho, pedinte. Só que com: “O bem educado” (Esse é o nome que arranjaram pra ele), o caso é bem diferente, trata-se de um vagabundo muito inteligente, que horas e outras me leva a pensar: De onde tira tanto conhecimento e atualidade? Suas conversas são sempre de tão alto nível... Essa semana quando lhe perguntei como vão as coisas? Por ser interessante e de qualidade, resolvi editar tudo o que dele ouvi. Quando lhe falei da minha intenção, ele deu de ombros, balançou as mãos e cantando uma canção bonita, foi embora. Sua música não me sai da cabeça, e inicia-se assim: “O céu brilha, O céu brilha, O céu brilha, hoje brilhou em mim”... 
Na íntegra ficou difícil, mandar pro papel tudo o que ouvi; mas foi mais ou menos isso:                

Há alguns dias ouço um boato a rolar por aí, ou melhor, das más bocas atualmente, como um cheiro ruim que sai de um buraco esquecido num canto de uma viela qualquer, com todo o dês-caráter sem o mínimo de ressentimento, vergonha ou pudor; liberam a nauseante vociferação; e veja a que ponto chegou; eles. Para mim: uns desorientados, maus agradecidos e indolentes. Ter dúvida da unicidade de Deus é admissível, compreendo, hoje em dia são tantos nomes, deuses e religiões inventadas pelos homens, que possam com isso até confundirem as cabeças dos menos desavisados. Mas vir a público, eles, na falsa modéstia alegando fortes convicções da inexistência de Deus, aí digo que foram longe demais. A mão que acalenta é a mesma que bate... Blasfemam ao esbravejarem pelos cantos da terra, que Deus, o único construtor e mantenedor de todo o universo; não passa de uma criação humana. Expelem por onde passam; que Jesus, o unigênito do Pai, meu irmão, rs; nunca existiu, que essa história da Santíssima trindade; são fictícios, imaginários, mera balela.

Que absurdo meu Pai. Rogo vos, pela sua infinita misericórdia, mais uma vez tenha compaixão, ainda são ignorantes. O tempo passou e não aprenderam nada, até hoje, continuam a desconhecerem o que falam.

Ao contemplar o céu todo azul ou o sol a brilhar; seria aí por acaso, uma obra do acaso, e por ventura no acaso não teria a mão de Deus?... 
No princípio quando ainda não existia nada, Ele disse: Haja luz! E houve luz. E a vida quem lhes deu? Imaginam serem auto-suficientes a ponto de se sustentarem? A capa do falso entendimento; os cegam. Deus é a vida! E a vida está Nele, fora Dele não há. 

Feliz é o homem, feliz é a nação cujo Deus é o Senhor!
O céu brilha, O céu brilha, O céu brilha, hoje brilhou em mim”... 


Valeu! “Bem educado”. Suas palavras são de grande valor. 

Rs...

Faloouuu!!!...









                                                                                                        Ao lado do “Pai”

24 maio, 2014

Eu prefiro ficar aqui, com meu Jesus!




Eu afirmo e declaro:
Deixo as coisas de fora,
lá fora. E prefiro ficar aqui, com o meu Jesus!

        Assim como em toda a noite passada que também choveu muito, e muito esfriou. O dia também amanheceu chovendo, e faz muito frio hoje, aqui em minha cidade.

            E não é bem verdade que as coisas mudam mesmo! E de uma hora para outra a mente da gente vaga; e de um momento para outro momento essa mesma mente titubeia e hesita e oscila; fazendo-nos mudar de um instante, para outro instante; de uma opinião para outra opinião.Vejam: Ainda hoje ao acordar  meu propósito foi de sair e fazer umas compras no shopping center mais perto de minha cidade; depois de lá, quem sabe no tempo de um bom cafezinho, pensasse assistir um bom filme qualquer. Quem sabe...? Então, por uns minutos solutos mais derramo um bocado de café em minha xícara preferida, e sorvo; saboreando deliciosamente este líquido quente. Assim como em toda a noite passada que também choveu muito e muito esfriou. O dia também amanheceu chovendo, e faz muito frio, hoje aqui em minha cidade; por isso agora e nesse momento quando espio pela fresta de minha persiana e vejo lá em baixo as pessoas passeando na rua do comércio que se situa na frente meu prédio paro e digo para mim mesmo: Não tenho vontade alguma de deixar ou sair deste meu gostoso aconchego... Rs...
           E soluto que estou prossigo continuamente sorvendo e saboreando deliciosamente este liquido quase quente e cafeinado até que termino.
Agora que termino; Pergunto-me: Vou ou não vou, as compras? Impressionante como ainda hoje e há pouco tempo, estava certo e convicto daquilo que iria e deveria fazer... Mas agora me acho impressionado com a forma de estar impressionado na dúvida que tenho em ir ou não ir às compras que devo fazer. Há! Minha mente que vacila e voltas atrás. Antes estavas certa do que deverias fazer e agora da mesma forma também lhes considero certa daquilo do que não deveis fazer. O que fazer então? Para que não debatemos não pedirei mais interferência sua e nessa decisão indecisa decidirei por mim mesmo o que fazer e farei o que me a de melhor e de melhor me convier que faça assim o farei...
         Por isso e agora nesse momento quando espio mais um pouquinho nas brechas de minha persiana e vejo lá em baixo as pessoas que de um lado para o outro lado transitam inconstantemente de baixos de seus guardas chuvas e conscientemente assim mesmo se molham; decido conscientemente que decidirei; e o que eu decidir estará e será conscientemente decidido e ponto final.
    Então assim decido, e fica determinantemente determinado, que: eu prefiro ficar aqui com o meu Jesus; e para que isso melhor venha proporcionar o acontecer neste dia chuvoso e frio como se encontra lá fora, hoje. A melhor, maior e mais preciosa coisa que devo fazer nestes momentos preciosos, indubitavelmente são três:

1 - Ouvir uma boa música.
2 - Ler um bom livro.
3 - Assistir um bom filme.

Tudo isso sem titubear no indiscutível, e caloroso gostoso aconchego do meu espaçoso; lar.
Diante do impasse exposto reafirmo e declaro: deixo as coisas de fora, lá fora.
E fico aqui dentro com o meu Jesus!

Rs...

Falooouuu...!!!...



                                                              Ao lado do "Pai"


17 maio, 2014

Hoje uma irmã cantou o hino da minha avó











Hoje na minha
igreja uma irmã
cantou o hino da minha avó.

              
             Tem um hino do cantor cristão, que minha avó cantava muito.

         Todo mundo diz: Sua vó contava uns casos bons, hein! Eta, velhinha boa de contos era ela! Não sei de onde tirava tantos, se nem ler, sabia. Parece que tinha um ímã grudado em si para atrair tantas pessoas, e quem ouvisse um, aí tava pego! Querendo mais e mais e mais. A oratória é um dom, congênito, da própria pessoa e ninguém tira. Por isso quem tem, tem! Quem não tem, não tem. Há aqueles que por astúcia ou vivacidade buscam e adquirem através dos estudos, cursos, observações e práticas; mas em minha opinião os bons mesmos são os nato; e se estudados, então melhor, podendo vir até conquistar o mundo.
        Nos tempos de minha avó, na casa grande não faltavam pessoas para uma boa conversa, e nos finais de semana: aí sim, era lotada. Então se fazia muita polenta, linguiça de porco, com batata frita, e uma enorme panela de arroz branco; onde todos comiam e bebiam a vontade; para depois cantar e dançar, bem acompanhado de uma sanfona e vários violões; e isso sim era uma festa, um verdadeiro culto ao ar livre. Rs. Até os não crentes se regalavam.
Tem um hino do cantor cristão (Número 308), que minha avó sempre cantava, ela adorava esse hino, e quando cantava, botava a alma na música, contagiando a todos, presentes; Sua voz não era boa para o canto, era desafinada; mas rítmo tinha de sobra e isso ajudava muito. 
Um dia por volta dos meus sete anos de idade, minha avó amanheceu muito doente e foi logo internada, vindo a permanecer por vários dias na U.T.I... Quando saiu e foi pro quarto normal os irmão de fé a visitaram, e cantaram seu hino; Naquele dia ela não cantou, mas seus olhos choraram... E quando todos pensavam que dali sairia com vida, um anjo de Deus veio e a levou consigo, nos deixando órfãos... Isso não me agradou nem um pouco, e me lembro ter blasfemado contra o Todo Poderoso, não achando justo, te lá tirado de nós, e nesse rancor de profundo ressentimento, permaneci vários dias, sendo consolado por minha mãe, ela me disse: Meu filho querido! Sua avó agora mora no céu, lá é o lugar dos bons, e de lá ela cuida de nós; se você quiser vê-la e, falar com ela, olhe pro alto, localize a estrela que mais brilhe e fale.
       O tempo passou e passou muito, hoje casado, sou pai e também avô. Mas nunca me esqueço de localizá-lá no céu.
       Então hoje na minha igreja uma irmã cantou o hino da minha avó, não me contive, fechei os olhos e chorei. Quando terminou o culto, voltei para minha casa, observando silenciosamente o movimento das estrelas; e cantando só para mim, este maravilhoso hino, que sempre me lembra dela.

Para Onde For Irei.
Se eu tiver Jesus ao lado e por ele auxiliado,
Se por ele for mandado a qualquer lugar irei.

Coro

Seguirei ao meu bom Mestre,
Seguirei ao meu bom Mestre,
Seguirei ao meu bom Mestre,
Onde quer que for irei.

Seja meu caminho duro, espinhoso ou inseguro,
Em seus braços bem seguro, aonde me mandar irei.
Males poderão cercar-me, ou perigos assustar-me,
Mas, se Cristo segurar-me, aonde me mandar irei.
Quando terminar a vida, finda minha triste lida,
Tenho a glória prometida, eu pra meu Senhor irei. 

Cantor Cristão (308)

Composição: 

Fanny Jane Crosby (1859-1930); Ira David Sankey (1840-1908)




Ouça:

Hino 308 do cantor Cristão "Para Onde for Irei"




                                                             Ao lado do "Pai"