21 setembro, 2013

Divaguei e comparei...



Vejam só,
a minha pobre
mente humana...
Imaginou e comparou.


                  Imaginem só a minha pobre mente, humana.
                  Sem imaginação, sem noção...

                 Então divaguei... Divaguei e comparei.
                 Imaginem! Eu imaginei, como se pudesse imaginar.
                 Comparem! Eu comparei, como se pudesse comparar.
          Pobre mente humana minha. Comparar e imaginar. Como se pudessem tais.

                O vai e vem de um garçom, que seve aqui, corre ali, atende cá, corre lá. De novo aqui, também ali e vai e vem e a todos atende bem e serve e despacha aqui, recebe ali e vai e vem e volta e novamente serve ali e vai e vem, e vem e vai... Rs...
  
Vejam só! Que mente, a minha!
Pobre mente humana a minha. Imaginar e comparar.

Ora, Ele enviou o seu único filho.
O seu unigênito filho.

                  E o seu filho obedeceu e veio!
                 Então: Amou, serviu, perdoou, salvou, curou, ensinou, resgatou, morreu, ressuscitou, subiu ao céu e nos deu a promessa de que foi preparar um lugar, num lugar jamais visto. E que breve voltará para nos buscar, para onde ele estiver que estejamos nós também.

Ora! Então teria no mundo maior amor?
Oras bolas! Então teria no mundo tal amor?

Que imaginação.
Pobre mente humana minha.
Comparar e imaginar.
Como se coubesse tais.

Então:
Divaguei.
Divaguei! Rs.

Que falta de imaginação! 


Rs...

Faloouuu!!!...


  
 





                                                                                            Ao lado do "Pai"