11 junho, 2018

Num vôo que fiz, sem escala.







Não confunda nunca:
"bife a milanesa,
com bife ali na mesa”. Rs.

                  Isso durou a minha viagem toda. Rs...

                 Outro dia voava, um vôo de volta pra casa. Faria um vôo tranqüilo, rápido sem escalas; direto da região norte do Brasil, ao estado do Rio de Janeiro. E, diga-se aqui de passagem: Rio de Janeiro! Minha bela e querida cidade maravilhosa, como ti ainda não encontrei!... Portanto assim me encontrava: descontraído, bem humorado e muito à vontade naquela manhã de segunda feira. Tocava solto em meu iPod, umas músicas modernas e bem alegres... Então, curtindo-as como já estava, passei também a apreciar, lá de cima, o panorâmico cenário daquela encantadora visão lá em baixo...
                Somam-se aí: já uns bons anos que trabalho no ramo de investimento imobiliário; os projetos não são nada fáceis, muito elaborados, exigindo de mim: muito empenho e dedicação. Assim sendo, depois de uma exausta semana de pouco sono, muitas viagens, execuções, realizações, e fechamento de outros bons negócios; o indicado agora seria relaxar!... Com aquela aceitável boa sensação amiga do dever bem cumprido.
                 Literalmente desse modo vinha eu: sonhando e viajando... Livre, leve, feliz. E do modo como estava, nem notei a presença daquele doido, mal vestido, mal educado, mal encarado, sentado bem ali do meu lado. Assim, saindo como quem sai subitamente do nada, sem que, nem por que. Fui violentamente sacudido e tirado do transe que me encontrava, por aquelas velhas mãos brutas e enrugadas, de dedos longos, com unhas sujas e mal aparadas. Quando me virei flagrei um olhar com grandes olhos verdes bem arregalados a me encarar. No instante do brusco impacto que tive, observei que ele consumia um pequeno sanduíche de frios, sem gosto, cortesia do vôo.
Sem eira nem beira ele entrou de sola num assunto, que no mínimo eu diria: estranho, e confuso. Iniciando mais ou menos assim: Não confunda nunca: “bife a milanesa, com bife ali na mesa”. Rs. Esse negócio de confundir e trocar os sentidos das orações, ignorando o seu real significado é bem comum entre as pessoas, não é mesmo? Rs. Meio confuso e a contra gosto balancei a cabeça afirmando que sim. Então ele continuou... Assim como também com toda a certeza está à correlação na troca de palavras. Veja o senhor que eu mesmo tive muita dificuldade em definir e memorizar os parônimos: cal com kaol. E isso se prolongou até um bom espaço de tempo do meu casamento, quando volta e meia todo convicto, me achando o verdadeiro dono da situação, enchia o peito levantando a cabeça com uma voz de autoridade dizia para a minha querida esposa: meu bem! Oi meu bem, cadê o cal? Para eu limpar as nossas alianças... Rs... Ao passo em que ela sempre compreensiva delicada e paciente, com muito carinho e jeitinho, nunca me ofendia, mas, me repreendia, alertando-me: não é o cal que você deve pedir, meu amor! E sim o kaol. Pois são palavras parecidas, eu sei mais elas têm os seus significados bem diferentes. Por exemplo: o cal serve para pintar as paredes, e o kaol, este sim, é para limpar os metais... Rs... E isso ainda assim mesmo, se arrastou por um bom tempo a mais, sem que eu conseguisse memorizar ou definir os seus verdadeiros conteúdos.
                Percebendo que aquela situação incômoda e absurda levaria a viagem toda; discretamente desliguei o meu som e dei ouvidos, aquela figura doida, pagando pra ver o que me traria de bom...
                 E ele prosseguiu...
                Ouve um tempo em minha vida que devido ao meu trabalho, necessitava muito usar outras duas palavras, que me confundiam sempre, sem saber ao certo qual deveria usá-la no momento correto. Parecidíssimas entre si, tanto na pronúncia como na gramática, mas, com os seus sentidos finais, bem diferentes. Cumprimento e comprimento me fizeram quebrar a cabeça por um bom espaço de tempo...
                 E os seus argumentos eram fortes e intermináveis com mudanças bruscas na entonação de voz, gestos e olhares. Onde me falou de Deus, e tentou me provar sua teoria da relatividade; e outras maluquices.
                  Nos intervalos daquelas idéias excêntricas, eu perguntava a mim mesmo: meu pai! O que isso tem a ver?... Aproveitando um destes intervalos quando me coube uma pergunta, ousei a perguntar, e perguntei e me arrependi... Foi mais ou menos assim: E o que, o levou a pensar assim? De forma que ele me respondeu, entre eloqüentes gestos numa voz alta: O que me levou a pensar assim? Ah! Fomos nós mesmos! Limitados, frágeis mortais, seres humanos que um dia saímos do pó. E para o pó voltaremos...
                   Sem que isso tivesse fim, durou a minha viagem toda. Rs...
                  Quando desembarcamos, ele se despediu dizendo ter sido um prazer. Deu-me o seu cartão, parou um táxi e foi embora. Ao observar o seu nome impresso, aí tomei um baita susto!... De imediato liguei para a minha secretária. Vindo em seguida a grande resposta: Isso mesmo, ele é o nosso próximo cliente. Um investidor, potencial!...

Ai meu pai!...
Ainda bem que lhe dispensei total atenção... Rs...

Faloouuu!!!


 
 
 
 
 
 
                                                                               Ao lado do "Pai"

18 março, 2017

Com especial atenção voltada aos livros.





Em quatro
horas apenas,
chegava 
esmiuçar um
novo livro.



             Vaidosamente exponho-os, todos eles verticalmente enfileirados em minha larga e cumprida estante

             Dentre tantas coisas boas, e maravilhosas criadas, especialmente para este mundo, criação de meu Deus. Está à leitura; Dom esse que só quem o pratica sabe muito bem, o quanto perdem os não praticantes. Rs. Esse costume trago comigo desde muitos anos. Com especial atenção voltada aos livros. Meu Pai! Ah! Meu Pai! Como este particular me envolve! A ponto de hoje em dia, calado, ficar a imaginar: o que seria de mim, se deles eu não contasse com a digna companhia?... Mais um sozinho de mãos, abanar? Um solitário moribundo a vaguear? Quem sabe?... Um desolado sem rumo certo, parando aqui, ou acolá?...
       O seu valor é inestimável. Tal como uma linha imaginária, tracejada. Posso assim dizer: Até aqui já foram tantos!... Vaidosamente exponho-os, todos eles verticalmente enfileirados em minha larga e cumprida estante. Cada um ao seu tempo, é óbvio. Lá os tenho exibido-os, como: um troféu!...
            Quantas emoções, quantas viagens, quantos passeios rápidos... Eles já me levaram consigo, e me levam; um a um, ao seu modo num mundo de: Sonhos, de drama, de encanto, de trama, de magia... Feliz o ser humano que goza de sua verdadeira amizade... Só nunca anda, só nunca vai! Quem o vê, ao longe distingue: ele mais um.
O Dr. Paulo Feitosa meu compadre e amigo do peito; foi um devorador assíduo, e meu, também importante incentivador literário. Em quatro horas apenas, chegava a esmiuçar um novo livro. Sempre que eu podia passava em sua casa, para dos seus conhecimentos levar. Sempre que ele podia passava lá em casa, para a minha amizade cultivar.
           Foi num desses dias, que ele conduziu-me a parte da casa, na sala que ele mais gostava e assim falou-me: A minha vida toda me dediquei a guardar este tesouro que você conhece, queria eu que um dia, um dos meus filhos fosse possuidor e consumidor do dom da leitura, coisa que isto nunca aconteceu; pois nem pai eu sou... Deus não quis, deu-me uma mulher de madre fechada... Quero em vida passar-lhe este bem. Dê prosseguimento e quem sabe um dia verá um de seus herdeiros, folheando-o.
         Eles não tardam a vir, já chegaram, estão chegando... O dito do Dr. Paulo Feitosa ainda não vi, mas posso ver! Trata-se de uma questão de tempo... É tudo deles, guardo pra eles!... Acontecendo dessa forma. Assim será mais um dia maravilhoso, aguardado. E como em tudo na vida, aquilo que nos sucede, devemos sempre agradecer. Nessa eu também direi: Muito obrigado! Mas, muito obrigado mesmo! Valeu muito a pena esperar!!!...

Rs.

Faloouuu!!!


                                                                                                                Ao lado do "Pai"

11 agosto, 2016

O pastor que não aceitou trato com o diabo.







"Jesus o filho
do Deus altíssimo
veio a este mundo
para curar, salvar e
livrar o homem cativo."


Contos da vovó.
O pastor que não aceitou o trato com o diabo.

             Vovó era benção... Estar em sua casa era sempre uma festa para todos nós. Ali a gente via todos de uma só vez: Tios, tias, primos e primas. Em quase todos os feriados e finais de semanas a gente estava lá; Na casa da vovó! E aí já viu né? Estar lá, era estar, na casa da vovó. Rs. Se alguém deixasse de ir, bem! No ato ela pegava o telefone e cobrava sua presença. Ordenando: vem!...
             Durante os dias de calor nós corríamos, pulávamos e nos atirávamos de cara e peito na piscina esparramando água por todos os lados. Jogávamos bola na quadra, subíamos nas árvores e chupávamos variadas frutas da época, colhidos do pé.
             Depois vinha a hora do almoço, e posso ver e vejo  pois trago gravado em minha memória. Vovó servia a todos nós; um a um e disso fazia questão. Só depois, aí então é que almoçava; mas primeiro queria que todos nós estivéssemos muito bem servidos.
             Quando chegava a noite ela reunia a todos na varanda da casa grande; e sortido a queijo, bolo, torta, suco e café; então ali nos contava uns casos bons. Rs.
              
              Hoje passou em minha memória, o caso do pastor que não aceitou a proposta do diabo.
              Vamos ler?

              Contou-nos minha vó que lá nas bandas do interior sul do norte de sua terra natal; onde nasceu, cresceu, conheceu meu avô e casou-se, existia um homem velho e solitário. Não era casado, não tinha filhos, não tinha parente, nem tinha amigos. Mesmo assim, vivia por lá a perambular. Portanto vivia só, era faminto, sujo e fedorento. Ninguém nunca soube quem foram os seus pais. Nunca saldava ninguém e sempre quando era visto; falava sozinho. Diziam: Ele é um possuído conversa e anda com o demônio... Sua única companhia é o demo...

Porém, um dia chegou nesta mesma cidade um jovem pastor, moço novo forte e cheio de vida; veio a mando de sua matriz, lá da cidade alta. Comprou um terreno construiu sua igreja e todas as noites pregava o santo evangelho do Deus altíssimo. Aos poucos sua igreja foi crescendo; as pessoas foram chegando, o número de membros foi aumentando, e aumentando tanto, de modo que em pouco tempo esse pastor ficou muito conhecido e querido naquela cidade.
Mas como tudo o que progride, também causa incomodo; com ele não foi diferente. Então se juntaram algumas pessoas contra os cultos do abençoado pastor; que por estes tempos já compunha a igreja sempre cheia louvando e bendizendo o nome santo do Deus altíssimo. De pronto, então reuniram-se e foram essas poucas pessoas a fazerem reclamações as autoridades locais; exigindo que calassem o determinado pastor, mas todas as suas acusações sem fundamento algum, portanto uma investida sem êxito.

              Então prosseguia o jovem reverendo com o seu bonito trabalho evangelizando toda a cidade. Até que num belo dia de domingo à noite, aconteceu: Era um culto público, a igreja estava cheia, veio um pregador de fora, também fora convidado um cantor; Tudo preparado para naquela noite em nome do senhor Jesus, sacudir e abalar todos os pilares das trevas e do inferno.
               No meio do culto quando a igreja se achava em plena sintonia com o poder do alto; eis que surge o homem solitário e imundo, e de onde estava lá no meio do corredor da igreja ele tomado pelo poder extremo do mal, esbraveja dizendo: Pastor! Eu vim lhe propor um combinado. Neste instante, toda a igreja permaneceu em oração. Continuou o homem sujo com o seu discurso, indesejado: Quero lhe propor um combinado, deixe de pregar este teu evangelho chato e impertinente, pare de falar que Jesus salva, perdoa e cura; vá embora desta cidade ainda hoje... Em troca disto, eu que sou uma legião de demônios e possuo este corpo há bem mais de trinta anos; declaro-te que se tu firmares isto comigo, hoje mesmo deixo este corpo escravo meu, e saio, e vou embora!... Deixo este homem livre...
                 O pastor de onde estava, lá de cima do púlpito mesmo; Levantou sua mão direita na direção daquele possuído e exclamou: Jesus o filho do Deus altíssimo veio a este mundo para curar, salvar e livrar o homem cativo; Eu não tenho trato, nem combinado algum com você, demônio! E também não farei... E em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo; eu te ordeno: deixe este corpo agora mesmo e vá para o inferno que lá sim é teu lugar. Vai!

Na mesma hora aquele homem ficou liberto...

Rs...

Faloouuu!!!...







                                                                               Ao lado do "Pai"

02 maio, 2016

Deitado eternamente em verdes pastos.





Deitado eternamente
em verdes 
pastos, guiado 
mansamente
em águas tranqüilas.




             Certamente aquele convite seria mais uma vez a protetora mão do “Todo Poderoso”, operando a meu favor.

            Até a época de minha adolescência cresci tendo a seguinte dúvida: como poderia Deus conhecer e atender o necessário para cada ser humano? Imaginava Ele um ser ocupado, sobrecarregado na solução de seus problemas mil. Acreditava num mundo ainda inacabado, pecando ignorava Ele conhecer a mim e a ti, pelo nome. Só na fase jovem-adulto elucidou-se de vez recaindo sobre mim o conhecimento daquilo desconhecido.
             Tudo se deu como tudo se da na vida de qualquer pessoa comum e incrédulo; sabe, por exemplo: quando não se tem dinheiro no bolso e bate-lhe uma vontade inesperada de comer um pastel de carne? É! Eu me lembro disso... Foi por aí que tudo aconteceu; desempregado e sem nenhum tostão até para a condução, pedi a Deus “Senhor se Tu existe mesmo, eu quero agora um pastel de carne”. Mal ditei tais palavras surgiu em mim o imprevisto de verificar o bolso interno de minha jaqueta jeans, o que encontrei, deu de sobra para pagar não só o pastel, mas também o caldo de cana e a volta de ônibus pra casa. Rs... Isso parece uma coisa boba e de fácil solução, não é mesmo? Mas e se eu afirmar que de lá para cá não tenho mais dúvida de sua infinita providência... De lá para cá aprendi a deitar-me em verdes pastos, e ser guiado mansamente em águas tranqüilas. Daquilo que preciso, Ele já sabe, conhece o meu deitar e levantar, Dele parte um anseio ardente em atender todos os desejos de meu coração. Agindo sempre como Pai o seu proceder excede todo cuidado, intercedendo sempre a nosso favor.
Veja esse recente exemplo:
Geralmente ajo sempre assim: acato todas as propostas que minha esposa tem. Magoá-la nunca! Jamais! Adoro vê-la radiante. Faze-la feliz é minha obrigação. Então ficou combinado que pro dia seguinte eu e meus funcionários iríamos carpir todo mato da roça de nossa chácara que a muito já vinha mui alto deixando assim desparecer toda sua beleza; como não sou dado à enxada, e como naqueles dias o sol era por demais, escaldante; à noite me ajoelhei e orei ao Senhor, mais por misericórdia que por gratidão e caí no sono, certo que o dia de amanhã à coisa não seria mole, não. 
               Mas veja o que se sucedeu; ainda bem cedo ela me despertou com o seguinte convite: que tal se após o almoço formos ao centro de nossa cidade conhecer e apreciar a feira de artesanato? Minhas colegas dizem que este ano estão muito melhor, com diversidade de novas barracas e, variedades surpreendentes. Rs... Disse tudo isso como se pro dia não houvesse nada... Pensei: é de Deus! Só pode ser de Deus isso aí! Certamente aquele convite seria mais uma vez a protetora mão do “Todo Poderoso”, operando a meu favor. Passear é muito melhor que trabalhar, não titubeei, de pronto aceitei e pronto. Rs...
                Se você é daqueles assim como fui em minha adolescência, que tem dúvidas da protetora mão de Deus agindo a nosso favor, sugiro que faça prova, daí por diante venha viver como eu: Deitado eternamente em verdes pastos, guiado mansamente em águas tranquilas...

Rs...

Faloouuu!!!...






  
                                                                               Ao lado do “Pai”

07 novembro, 2015

O paradoxo de "Epicuro"
















Deus quer prevenir o mal, mas não consegue? 
Então Ele é impotente. 
Ele consegue, mas não quer? 
Então Ele é malevolente. 
Ele quer e Ele consegue? 
Então por que o mal acontece? 
Ele não quer e não consegue? 
Então por que chamá-lo de Deus?

      Por e-mails, dois amigos distantes decidem trocar informações sobre o paradoxo de “Epicuro”. 
Acompanhem:

Boa tarde!!!
Tudo em paz ??? 
O Senhor já deve ter ouvido falar do Paradoxo de Epicuro...(?) 
Eu gostaria muito de saber o que o Senhor tem a dizer a respeito....

Segue em anexo....
Amplexo fraternal.

RICARDO 

            ********//////********

         Cadê você meu caro Ricardo, Tudo bem aí? 
         Do lado de cá estamos vivos e, indo e vindo! Mas pela infinita proteção Daquele que tudo fez, atentamente observa e sustenta toda sua criação. Sou um ser apaixonado por Ele, sabia? Tenho a Ele profundo respeito e admiração, lhe sirvo de coração, não por medo de ir pro inferno. Rs. Sendo o absoluto: cria e mata, aos entendidos dá entendimento, para os incultos tapa a visão. Está vivo, bem vivo! Há quem diga que não é vingativo, mas vingador. Considera muito deselegante alguém pedir uma benção, receber e não agradecer... Toda honra é Dele, somente Dele e não divide com ninguém. 
Quero responder seu e-mail, desta forma: 
Ele é o único criador e sustentador de todos os mundos. Se determinada situação houver interesse Ele atua ou não. Mas sempre atuando, entende isso? Por que todas as coisas se submetem a sua pré-vontade. A controvérsia, mas suas vontades e segredos, o próprio Filho que se assenta a sua direita, desconhece. Dizer que Ele um ser perfeito criou seres imperfeitos, seria um grande erro. Conceituá-lo de forma negativa seria um grande engano. 
Ele é o tudo e o todo o propósito e a causa. 
Rs... 
Faloouuu!!!... 
Abraço.
                                     
                 ********//////********

      Bom dia Nobre Senhor FERREIRA, tudo em paz por aí???

    Eu estou aqui, caminhando dentro das formalidades do Justo e Perfeito, um pouco corrido e sem tempo por conta da labuta diária, por isso peço-te as devidas escusas por não responder a contento vossos valiosos e iluminados e-mails....
     Tenho plena convicção no Divino, assim como o Senhor tem.
    A sua resposta ao Paradoxo de Epicuro foi simplesmente Divina, gostei muito, me trouxe uma luz e vou estudá-la com certeza para também chegar a esse entendimento....
   Agradeço-te o carinho e a consideração por ter respondido meu e-mail com tanta presteza...

Tenhas uma ótima semana!!!
Amplexo Fraternal

RICARDO

Rs...

Faloouuu!!!...




                               


             
                                                                              Ao lado do “Pai”